Home - Imprensa - Assessoria de Imprensa

Assessoria de Imprensa

Nossas Redes Sociais

 

    Facebook

 

    Twitter

 

    Instagram

 

    Pinterest

    Linkedin

 

 

 

Releases

  • Hebron® é primeira empresa farmacêutica nacional a abrir uma filial nos EUA

    04 Novembro 2011 >>

    Após oito anos de planejamento, a Hebron® Farmacêutica deu início a uma trajetória inédita para uma empresa brasileira do segmento. Fruto de um investimento de US$ 1,65 milhão, pôs em operação uma filial em Ohio, nos Estados Unidos, batizada de Hebron® USA. Segundo registros do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos do Estado de São Paulo (Sindusfarma), a Hebron® é a primeira empresa nacional do segmento a abrir uma filial nos EUA.

    Uma reunião, que aconteceu em 12 de outubro de 2011, marcou oficialmente a inauguração da Hebron® USA. Na ocasião, estavam presentes Josimar Henrique Jr., Diretor Financeiro da Hebron®, Guilherme Pires, diretor de Recursos Humanos e Treinamento da Hebron®, Filipe Guerra, Negócios Internacionais Hebron®, e Severino Barbosa dos Santos, consultor médico e pesquisador da Hebron®, que realizaram, ao lado de Victor Peroni e Joseph Gallucci, executivos americanos, uma reunião com os representantes que englobarão 50 mil pontos de vendas nos EUA.

    Para iniciar as operações no país, os medicamentos escolhidos foram Florax® e Kios®. O Florax® é um dos primeiros medicamentos formulados pela Hebron®, tendo cerca de 20 anos de atuação no mercado nacional - onde hoje ocupa o segundo lugar em vendas de remédios que combatem a diarreia.

    Diferentemente dos produtos convencionais, o Florax® é um probiótico. Nos EUA, o US Food And drug Administration (FDA), órgão com função semelhante a da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil, não considera os probióticos medicamentos, e sim suplementos alimentares. Logo, o Florax® não precisará ser prescrito por médicos, podendo ser adquirido diretamente nas prateleiras pelos consumidores. Sendo assim, entrará na briga por uma fatia de um mercado que movimenta US$ 27 bilhões por ano nos EUA, algo entre 20% e 30% do faturamento total do consumo daquele país, mas que é maior que todo o mercado brasileiro de remédios. “A estimativa de vendas em unidades do Florax® no primeiro mês de atuação é de 50.000 unidades”, estima Josimar Henrique Jr., Diretor Financeiro da Hebron®.

    Já o Kios® é um medicamento fitoterápico contra gastrite e dispepsias. Com um investimento de cerca de R$ 2,25 milhões e oito anos de pesquisas, o Kios® é produzido a partir da Schinus terebinthifolius, uma árvore brasileira. A parte farmacotécnica teve o apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); os estudos pré-clínicos foram feitos em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e os ensaios clínicos realizados no Hospital das Clínicas da Universidade de Pernambuco. “A estimativa de vendas em unidades do Kios® no primeiro mês de atuação é de 30.000 unidades”, afirma Josimar Henrique Jr.

    Após Florax® e Kios®, os próximos produtos previstos para comercialização nos EUA são Bromelin®, medicamento com extrato dos frutos de Ananas comosus (abacaxi), que atua na traqueia e nos brônquios contra o muco, fluidificando a secreção produzida, Bromelin® Própolis, spray bucal de ação antisséptica que promove a higienização da cavidade bucal e previne odores decorrentes de processos irritativos, Endorus®, medicamento que contém extrato fluido de hortelã-pimenta e atua no aparelho digestivo, diminuindo os gases e cólicas intestinais de causas diversas, e como expectorante, e Boldine®, indicado para o tratamento de distúrbios digestivos leves, atuando na redução de espasmos intestinais e tratamento de distúrbios hepatobiliares.

    A Hebron® USA objetiva representar 30% no faturamento da Hebron® em cinco anos.

  • Vinte anos de fitoterápicos

    15 Fevereiro 2011 >>

    Mercado ainda encontra dificuldades para se desenvolver, como falta de apoio à pesquisa e custos elevados de produção

    O verso do hino nacional "nossos lindos campos têm mais flores" deixa de ser mera poesia quando se trata da quantidade de plantas medicinais existentes no solo brasileiro. País com maior biodiversidade, possui em torno de 55 mil espécies de plantas catalogadas. Apesar disso, explora muito pouco o rico potencial oferecido pela natureza na hora de tratar da saúde. Segundo dados da ANVISA, 60 plantas medicinais são utilizadas na industrialização dos 400 fitoterápicos registrados no país, mas deste total, apenas 10 são de origem nacional.

    Os medicamentos fitoterápicos movimentam US$ 500 milhões ao ano. De cada 20 remédios vendidos nas farmácias do país, um é fitoterápico. Entre as vantagens desse medicamento é que ele apresenta menos efeitos colaterais e tem ação potencializada. Mas prestes a completar 20 anos em 2011 – em 1991 chegava ao mercado o Giamebil, primeiro medicamento fitoterápico feito no Brasil, o mercado de fitomedicamentos ainda enfrenta outros desafios: ser produzido em larga escala, tornando os preços mais acessíveis pela redução dos custos de produção e se tornar mais aceito e conhecido pela população - até hoje muitas pessoas pensam que medicamento fitoterápico é o mesmo que fitoterapia popular.

    "O famoso chá da vovó e as garrafadas inspiraram muitas pesquisas, mas também gera descredibilidade, pois, produzido de forma caseira e sem qualquer cuidado, traz sérios riscos, como dosagem inadequada e concentrações muito superiores às necessárias, já que no chá coloca-se folhas e/ou pétalas, e não extratos; além do risco de a planta estar doente, contaminada ou ser venenosa", explica o presidente da Hebron Farmacêutica.

    Motivos para deslanchar o uso dos fitoterápicos não faltam: a Anvisa regulamentou os medicamentos fitoterápicos, exigindo comprovação de eficácia e segurança, além de ensaios clínicos tal como um medicamento comum e a partir de 2006, o SUS passou a adotar fitomedicamentos em suas farmácias. No início eram dois tipos, hoje são oito e estuda-se ampliar a lista para 30 medicamentos.

    Criadora do Kronel, primeiro fitomedicamento registrado pela Anvisa, a Hebron Farmacêutica vem fazendo campanhas junto aos médicos para esclarecer as devidas diferenças. Segundo o presidente da Hebron, Josimar Henrique da Silva, a empresa mostra que assim como na Europa, no Brasil o fitoterápico é considerado um medicamento. "Levamos anos desenvolvendo pesquisas junto às universidades para desenvolver um medicamento fitoterápico. Primeiro, os estudos clínicos são feitos em animais; depois, em humanos saudáveis e doentes em menor número. Há o mesmo rigor do que no desenvolvimento de medicamentos químicos", diz.

    O uso de fitoterápicos com finalidade profilática, curativa, paliativa ou com fins de diagnóstico passou a ser oficialmente reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1978, quando recomendou a difusão mundial dos conhecimentos necessários para o seu uso. Mas no Brasil, um dos maiores entraves para a utilização desse potencial natural é que poucas empresas investem em pesquisa.

    Um exemplo de aplicação de planta brasileira é no sabonete íntimo Kronel, formulado à base de aroeira e leite de aveia. Segundo a farmacêutica do Hebron, Rosa Lúcia Carneiro, essa planta tem princípios ativos que previnem infecções. "A aroeira possui forte indicação anti-inflamatória, fungicida e bactericida e por isso, começou a ser usada como princípio ativo para sabonetes íntimos."

    Segundo o presidente da Hebron, Josimar Henrique da Silva, nas duas últimas décadas, o Brasil tem se esforçado para desenvolver pesquisas farmacêuticas na área de fitoterápicos, à revelia de qualquer apoio público de pesquisa científica. "Não se pode esquecer que países europeus, como a Alemanha, saíram na frente com medicamentos nascidos de plantinhas de nossas florestas. Por lá, parece mais fácil entender que manter acesas linhas de pesquisas em fármacos e medicamentos faz parte de um plano de soberania. Por aqui, vivemos de pastos e manadas, apenas", diz.

    "Houve um momento recente na História do país que os órgãos envolvidos em subvencionar, aprovar e patentear o resultado das pesquisas brasileiras em fármacos e medicamentos fitoterápicos, simplesmente, faziam-se de esquecidos e desinteressados, rigorosos a ponto de nem mesmo aceitar estudos realizados por universidades federais. Isso um dia tem de ser contado de forma mais transparente, citando os impedidores e seus chefes como desarticuladores da indústria farmacêutica nacional, por um lado, desorganizadores da pesquisa nas universidades e fundações a partir de plantas de nossas florestas, por outro lado. E, enfim, como inibidores da soberania nacional em área que não deveríamos descuidar nem por um segundo", complementa.

    Segundo Josimar, a Anvisa é bem mais rigorosa na aprovação de medicamentos que sua coirmã europeia e a americana. "Há registros de fitomedicamentos similares aos nossos na Europa e Estados Unidos, enquanto nós, brasileiros, não conseguimos esses registro no país, tampouco patenteá-los".

  • Cuidados diários podem reduzir as infecções vaginais

    22 Dezembro 2010 >>

    Toda mulher - da infância à terceira idade - já viveu pelo menos um caso de infecção vaginal. Isso ocorre porque a saúde da flora vaginal requer cuidados especiais no dia a dia para prevenir o desequilíbrio e manter as defesas naturais.

    Os cuidados devem ser mantidos durante todo o ano. No verão, porque o calor provoca a proliferação das bactérias e fungos na região genital, propiciando o surgimento de infecções.

    No inverno, principalmente porque as mulheres usam calças mais justas prejudicando a circulação de ar na região e, muitas vezes também, não fazem a higiene adequada após a relação sexual.

    Além de não ficar muito tempo com o maiô ou biquíni molhado no verão, outras atitudes podem ser boas aliadas para a prevenção: evitar o uso de duchas internas, mesmo após as relações sexuais; usar papel higiênico de frente para trás e sempre lavar a região com sabonete; usar calcinhas de algodão; evitar absorventes de uso diário; e utilizar sabonetes líquidos próprios para a região vaginal.

    Rosa Lúcia Carneiro, farmacêutica do laboratório Hebron que produz o sabonete íntimo Kronel, explica que este tipo de sabonete é uma poderosa arma para manter a mucosa genital saudável. "Os princípios naturais protegem a flora de desequilíbrios e mantêm o pH dentro do recomendado. Até uma baixa do sistema imunológico, causada por gripe, má alimentação ou pouco sono, por exemplo, é capaz de afetar a flora vaginal. Por isso, o uso de sabonete íntimo é tão importante", explica.

    Conhecida por sua forte ação bactericida, a Aroeira é um dos componentes do sabonete íntimo Kronel. A planta, originária da região Sul (alguns registros dizem ser originária do Peru) possui também indicação fungicida, sendo ideal para ser usada como princípio ativo para sabonetes íntimos. O principal benefício é agir em harmonia com o pH vaginal, prevenindo infecções e mantendo a saúde da flora.

    Mas, se mesmo com todos os cuidados forem percebidos sintomas de inflamação vaginal, como corrimento, coceira, odor e ardência ao urinar, é indicado procurar imediatamente um médico. "As vaginites não tratadas podem provocar doença inflamatória pélvica (DIP), que infecta o útero e as trompas e pode até provocar infertilidade", alerta Rosa Lúcia.

  • Farmacêutica amplia fábrica no Nordeste para atender demanda nos mercados interno e externo

    22 Novembro 2010 >>

    A Hebron Farmacêutica concluiu a primeira etapa do processo de expansão da fábrica em Caruaru (PE), que vai triplicar a capacidade de produção para 5 milhões de produtos/mês.

    Em dezembro, será inaugurado o novo prédio onde vão funcionar os setores de Controle de Garantia e Controle de Qualidade. O edifício teve investimento de R$ 10 milhões e vai abrigar também o Almoxarifado, que teve a capacidade de armazenamento de matéria-prima e embalagem ampliada em até 10 vezes.

    A empresa está aumentando o potencial de produção para atender as demandas do mercado no Brasil e no exterior. O diretor industrial, Bruno Henrique, diz que o projeto passou por duas criteriosas avaliações, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do órgão norte-americano, Food and Drug Administration (FDA).

    "Nós submetemos a planta à ANVISA para que as construções seguissem os padrões de qualidade desta instituição. Nós também levamos um consultor norte-americano do FDA até a fábrica, para que nossa planta também esteja pronta para os produtos Hebron entrarem no mercado norte americano e europeu. Podemos dizer que a Hebron Farmacêutica apresentará as mais modernas instalações da América Latina", diz.

    A próxima etapa da expansão prevê a inauguração, em abril de 2011, do prédio UniBio II, voltado para produção de probióticos, como o Florax e o Imunoglucan e de medicamentos injetáveis. Em agosto do ano que vem, o projeto de ampliação será concluído com a inauguração do prédio exclusivo para tratamento de fitoterápicos. Com investimento de aproximadamente R$ 8 milhões, o edifício, que está sendo chamado provisoriamente de UniFito, vai receber e tratar matérias-primas naturais usadas no processo de fabricação do fitofármaco. No local, será acolhida toda a cadeia produtiva, desde a plantação, tratamento da planta até o produto final.

    O projeto prevê ainda a reforma e modernização do Edifício 3, onde funcionam as unidades de sólidos, líquidos, semi-sólidos, hormônio, antibióticos, cosméticos e expedição. As obras estão gerando 100 empregos temporários na área de construção civil. Para 2011, está prevista a contratação de 50 funcionários para trabalharem na empresa, principalmente nos setores de Controle de Garantia e Controle de Qualidade.

  • Hebron inaugura horto florestal de Caruaru

    17 Setembro 2010 >>

    Espaço terá 30 hectares plantados por espécies nativas do semi-árido

    Em comemoração ao Dia da Árvore, o Grupo Hebron vai inaugurar na próxima terça-feira, dia 21, o Horto Florestal de Caruaru, em Pernambuco. O espaço, com 30 hectares, será todo plantando por espécies nativas da caatinga e do semi-árido, que serão utilizadas para o desenvolvimento de pesquisas científicas da Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Petrolina. Inicialmente, quatro hectares já estão plantados e o restante será assentado ao longo de dois anos.

    No total, mais de 70 espécies vão compor o horto, que será aberto a visitas de universidades, escolas e pesquisadores. Além disso, haverá troca de material genético com países africanos para o aprimoramento das pesquisas com as espécies do semi-árido.

    A solenidade de inauguração contará com a presença do prefeito de Caruaru, José Queiroz de Lima, do presidente do Hebron, Josimar Henrique da Silva, e de outras autoridades. Cerca de 200 mudas serão plantadas pelas pessoas presentes no evento. A solenidade de inauguração está marcada para às 11h.

    Texto Matéria

    Encontrar a cura para diversas doenças, garantir o desenvolvimento sustentável e preservar o meio ambiente são ações que podem estar ao alcance de suas mãos. É com esta filosofia que a indústria farmacêutica Hebron inaugurou, ontem pela manhã, o Horto Florestal de Caruaru. A data não poderia ser mais propícia, 21 de setembro, Dia da Árvore.

    Plantio de 70 espécies selecionadas pelo Instituto Agronômico de Pernambuco começou ontem e meta do Laboratório Hebron é concluir todo o trabalho em dois anos. Fotos: Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press

    Com o plantio de 70 espécies típicas da caatinga, em uma área de 30 hectares, o laboratório tem um objetivo: não deixar que a vegetação genuína do Semiárido entre em extinção. Segundo dados do Centro de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas (Crad), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), nos últimos cinco anos, cerca de 40% da cobertura vegetal do bioma desapareceram. O Horto Florestal de Caruaru, implantado no quilômetro 136 da BR-232, no Agreste do estado, vai servir de abrigo para espécies ameaçadas de extinção. Mais do que preservar, o local também servirá para a realização de pesquisas de material genético visando o combate à desertificação. "Somos pioneiros na produção de medicamentos fitoterápicos. Temos um bioma único no mundo em vias de sumir. Vamos preservar e também pesquisar essas espécies", salientou o diretor presidente do Hebron, Josimar Henrique da Silva.

    A iniciativa foi uma parceria entre o Instituto Agronômico de Pernambuco (Ipa) e a Univasf. As 70 espécies foram selecionadas pelo Ipa obedecendo critérios de importância no combate à degradação do solo e do uso medicinal. "O Ipa tem o maior herbário da América Latina. Fizemos a pesquisa das espécies em 30 dias. Todas serão alvos de preservação e estudo. Estamos inaugurando mais do que um horto, um centro de referência", afirmou o gerente de planejamento do Ipa Hildeberto Rodrigues da Silva. Universitários e pesquisadores de todo o mundo poderão utilizar o cinturão verde para estudos do código genético de espécies como a baraúna, o umbuzeiro, a catingueira e a aroeira. "Vamos utilizar o material genético para desenvolver pesquisas clínicas epré-clínicas. Já trabalhamos na produção de medicamentos e queremos continuar com o trabalho, aproveitando a diversidade oferecida na região", comentou Josimar Henrique. A Univasf foi a responsável pelo desenvolvimento das mudas que serão plantadas.

    No Ano Internacional da Biodiversidade, a preservação é objetivo maior dos pesquisadores. "As estatísticas relacionadas à caatinga são alarmantes. Estamos desenvolvendo tecnologia para a produção das sementes. Vamos transformar uma área completamente degradada em área verde. Este é o desafio de todo cidadão e estamos de esperanças renovadas", disse o professor doutor José Alves de Siqueira, diretor do Crad. O vice-coordenador do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga, Guaraci Cardoso, acredita que iniciativas como esta são essenciais para a manutenção da vida, o desenvolvimento sustentável e o combate ao aquecimento global. "O comitê já é focado na preservação. Estamos encontrando um parceiro multiplicador para a sobrevivência do semi-árido", comentou.

    Zoológico - Estudos também estão sendo realizados para a criação de um zoológico da caatinga no Horto. O prefeito de Caruaru, José Queiroz, esteve na cerimônia de inauguração e avalia a possibilidade de se agregar um açude à área para a manutenção também de espécies animais. "Esta é uma iniciativa que entrará para a história do município. Cada um faz a sua parte". Até o fim desta semana serão plantadas 3.600 plantas de 25 espécies distintas em uma área de dois hectares. As demais mudas serão plantadas ao longo de dois anos.

    Endereço: BR 232, Km 136, Caruaru-PEHEBRON INAUGURA HORTO FLORESTAL DE CARUARU

Compartilhar:


Facebook